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A Rússia marca outro recorde de mortes diárias por COVID – 19 com 1.195 mortes

A Rússia marcou hoje, pelo terceiro dia consecutivo, outro recorde de mortes por COVID-19 Ao registrar no último dia 1.195 óbitos, seis a mais que na quarta-feira, o anterior máximo, de acordo com o centro operacional de luta contra a pandemia do coronavírus.

Logo no início, o mês de novembro regista já três recordes de óbitos, e isso apesar de os russos terem há seis dias férias pagas por ordem do presidente, Vladimir Putin, precisamente para tentar baixar a incidência e a morbidade.

O novo máximo eleva o total de mortes por COVID – 19 para 243.255, embora as estatísticas oficiais sobre o excesso de mortes dobrem esse número.

De acordo com o banco de dados Worldometer, a Rússia é atualmente o primeiro país do mundo e, claro, da Europa, com mais mortes diárias por coronavírus, à frente da Ucrânia.

Moscou, foco da pandemia na Rússia, notificou 97 mortes no último dia, seguida por São Petersburgo (75) e a região de Moscou (52).

No último dia foram registrados 40.217 novos casos de coronavírus nas 85 regiões do país.

Em Moscou, 6.305 novas infecções foram detectadas em um dia, em São Petersburgo 3.271 e na região de Moscou 2.732.

A Rússia acumula desde o início da pandemia de coronavírus 8.673.860 contágios, o que o mantém como quinto país do mundo com mais infecções acumuladas por trás dos EUA, Índia, Brasil e Reino Unido.

Mas é o primeiro do mundo com mais novos casos, de acordo com Worldometer.

As autoridades russas atribuem o forte aumento de novos contágios e mortes à agressividade da variante delta, à falta de cumprimento rigoroso das regras sanitárias por muitos russos e, acima de tudo, à baixa taxa de vacinação no país.

Até agora, na nação que foi pioneira em registrar sua própria vacina anticovid, apenas 50.960.796 cidadãos receberam a diretriz completa de vacinação, o que coloca a imunidade coletiva em 46.8%.